O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão no mundo, e costuma agir em silêncio, sem dor e sem sinais evidentes no começo. A boa notícia é que, com diagnóstico precoce e acompanhamento adequado, é possível controlar a doença e preservar a visão. E, ao contrário de uma crença comum, quem tem glaucoma pode, sim, operar quando há indicação.
A Dra. Jorica Aloan, especialista em Oftalmologia (RQE 22532), acompanha pacientes com glaucoma do rastreamento ao tratamento, com os exames necessários feitos na própria clínica. O cuidado é contínuo e próximo, porque controlar o glaucoma é uma jornada de acompanhamento ao longo da vida.
O glaucoma é uma doença que danifica o nervo óptico, responsável por levar as imagens do olho até o cérebro. Na maioria dos casos, esse dano está associado ao aumento da pressão dentro do olho, a chamada pressão intraocular. Quando o nervo é lesionado, a perda de visão que se instala não volta, por isso o controle é tão importante.
O glaucoma costuma ser silencioso: a visão vai sendo afetada aos poucos, das bordas para o centro, e a pessoa pode não perceber até estágios mais avançados. É justamente por isso que o rastreamento com exames de rotina, mesmo sem sintomas, é a melhor forma de proteção.
Sim. Existe uma crença de que quem tem glaucoma não pode operar, e é exatamente o contrário. Nos casos com indicação, a cirurgia antiglaucomatosa é uma aliada para controlar a pressão ocular, sobretudo quando os colírios não são suficientes ou quando a doença avança apesar do tratamento clínico.
A decisão de operar é individual e depende do estágio do glaucoma, da resposta ao tratamento e da avaliação do nervo óptico. A Dra. Jorica explica com clareza quando a cirurgia é indicada e quando o controle pode seguir apenas com colírios e acompanhamento, sempre com o objetivo de preservar a visão.
O tratamento do glaucoma costuma começar com colírios que reduzem a pressão dentro do olho, somados ao acompanhamento regular. Em muitos casos, isso é suficiente para manter a doença sob controle por longos períodos. Quando necessário, entram procedimentos a laser ou a cirurgia antiglaucomatosa.
A conduta é escalonada e ajustada ao longo do tempo, de acordo com a resposta de cada paciente. O importante é entender que o glaucoma se controla, não se cura, e que a adesão ao tratamento e aos retornos é o que garante a preservação da visão no longo prazo.
Como o glaucoma é silencioso, o diagnóstico precoce é decisivo. Quanto antes a doença é identificada, mais visão se preserva. Por isso, o rastreamento com exames como a medida da pressão ocular, a análise do nervo óptico e a gonioscopia é recomendado a partir de certa idade e para grupos de risco.
Têm risco aumentado quem tem histórico familiar de glaucoma, pessoas acima dos 40 anos, diabéticos e quem já teve pressão ocular elevada. Na clínica da Dra. Jorica, esses exames de rastreamento são feitos no próprio consultório, o que facilita o acompanhamento regular.
O glaucoma exige constância, e é aí que o acompanhamento próximo faz diferença. A Dra. Jorica conduz o rastreamento, o ajuste do tratamento e os retornos, sempre com a mesma atenção, para que a pressão ocular se mantenha sob controle ao longo do tempo.
Com exames na própria clínica e experiência de milhares de casos, o cuidado é ao mesmo tempo técnico e humano. Você entende a sua condição, sabe o que observar e conta com uma especialista que acompanha a evolução da doença com você, ano após ano.
Glaucoma é uma doença que danifica o nervo óptico, geralmente associada ao aumento da pressão dentro do olho. Costuma evoluir de forma silenciosa, sem dor, afetando a visão das bordas para o centro. Por isso, o rastreamento e o acompanhamento regular são essenciais para preservar a visão ao longo da vida.
Porque a perda de visão causada pelo glaucoma não volta. O tratamento precoce controla a pressão ocular e protege o nervo óptico, evitando que o dano avance. Quanto antes começa o acompanhamento, mais visão se preserva, o que torna o rastreamento de rotina a melhor forma de proteção contra a doença.
Sim. Ao contrário do que muitos acreditam, quem tem glaucoma pode operar. Nos casos com indicação, a cirurgia antiglaucomatosa é uma aliada para controlar a pressão ocular quando os colírios não são suficientes. A avaliação com a Dra. Jorica define a melhor estratégia de tratamento para cada caso.
Com a Dra. Jorica, nas unidades da Barra da Tijuca e de Benfica, que contam com os exames de rastreamento e acompanhamento feitos na própria clínica, como a medida da pressão ocular, a análise do nervo óptico e a gonioscopia. Isso facilita o controle regular, que é essencial no glaucoma.
Geralmente quando o tratamento com colírios não controla bem a pressão ocular, ou quando o glaucoma avança apesar do tratamento clínico. A decisão é individual e definida na avaliação, considerando o estágio da doença, a resposta ao tratamento e a condição do nervo óptico de cada paciente.
O tratamento costuma começar com colírios que reduzem a pressão ocular, somados ao acompanhamento regular. Quando necessário, entram procedimentos a laser ou a cirurgia antiglaucomatosa. A conduta é escalonada e ajustada ao longo do tempo, sempre com o objetivo de manter a pressão controlada e preservar a visão.
O glaucoma é uma condição crônica: o tratamento e o acompanhamento são contínuos, para manter a pressão ocular controlada ao longo da vida. Com adesão ao tratamento e retornos regulares, é possível preservar a visão e manter a qualidade de vida, mesmo convivendo com a doença por muitos anos.
Acompanhamento e cirurgia de glaucoma com a Dra. Jorica Aloan, CRM 631124-RJ, RQE 22532, com exames de rastreamento na própria clínica e cuidado contínuo.